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O e-mail
está mudando a vida das pessoas Uma pesquisa feita pelo Instituto Gallup nos Estados Unidos revela dados sobre e-mail, e mostra que ele pode substituir o correio convencional e até o telefone. Segundo o estudo, um usuário típico de e-mail recebe cerca de 8 mensagens por dia e manda 3 em casa, recebe 12 no trabalho e envia em média 6. Para esses usuários, administrar o correio eletrônico é a atividade mais freqüente na Internet. Eles mandam e recebem e-mails muito mais do que buscam informações, pagam contas ou usam os programas de mensagens instantâneas na Web. E os números são diferentes entre os sexos: entre as mulheres, 61% disseram que o e-mail é a atividade mais freqüente na Internet. Já entre os homens, ela é a mais freqüente apenas para 44%. Outros 39% dos homens apontaram a busca de informações, contra 23% das mulheres. Por usar o correio eletrônico, 34% disseram que usam menos o telefone e apenas um terço disse que não mudaram em nada a intensidade de uso do telefone e do correio convencional.
O Brasil e sua política
equivocada de desenvolvimento tecnológico Um editorial da Gazeta Mercantil de ontem, dia 30, assinado por Nelson Brasil de Oliveira, vice-presidente da Abifina, diz estar em curso, no âmbito da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Ompi), manobra norte-americana que poderá aniquilar as chances de desenvolvimento tecnológico do Brasil e do Terceiro Mundo. Trata-se de agrupar os centros nacionais de decisão de patentes em três grandes entidades, sob domínio, respectivamente, de EUA, União Européia e Japão. No caso brasileiro, além do sucateamento progressivo do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), teríamos política equivocada de desenvolvimento tecnológico, que facilita a apropriação de nossa produção científica pelos países de Primeiro Mundo, que fornece recursos a nossos pesquisadores e, em troca, adquire os resultados. Na contramão do Primeiro Mundo, que aposta na capacidade
empresarial como o grande agente do desenvolvimento tecnológico, o Brasil
fixa na universidade os mecanismos de amparo à tecnologia e faz do
sistema patentário um incentivo aos pesquisadores universitários,
ignorando que 80% das patentes registradas no mundo constituem propriedade
de empresas privadas - não mais que 2% delas são registradas por
pesquisadores acadêmicos. E o Inpi não estaria cumprindo esse papel. Precisaria
duplicar seu contingente de especialistas, admitindo técnicos de nível
superior com formação em diferentes áreas tecnológicas. Esses
profissionais deveriam ser selecionados por concurso público específico
para a carreira de ciência e tecnologia e treinados por não menos de
dois anos.
Tecnologia já é o segundo
maior gasto das empresas As despesas com tecnologia de informação (TI) já
representam, hoje, o segundo maior custo das empresas, atrás somente dos
gastos com pessoal. A afirmação é do vice-presidente de pesquisa e
desenvolvimento da consultoria americana Gartner, Bill Kirwin. Na
avaliação do consultor, enquanto os custos com pessoal aumentam todo
ano, os gastos com tecnologia diminuem. As empresas já gastam entre 50% e 60% do seu orçamento
anual com seus sistemas de informação, e o consultor prevê que esse
custo será ainda maior nos próximos anos. Para Kirwin, a próxima fase
da expansão da tecnologia da informação, garante, se dará na
transformação dos negócios das empresas, o IT2B.
25% da
população japonesa está online e sem fio Um dado que mostra o crescimento de gente
plugada nos demais países fora do continente norte-americado foi
apresentado pela NetRatings Japan Survey: 24,2% da população japonesa
está online ou seja, quase um quarto do país (30,1 milhões de pessoas). Os textos aqui publicados são de responsabilidade de seus autores ou fontes e podem não expressar a opinião da Economiabr.net
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