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Desemprego: o primeiro
sintoma da crise econômica Nos último ano, 1 milhão de
norte-americanos foram demitidos. A taxa de desemprego saltou de 4%, em
julho de 2000, para 4,5%, fazendo o número de pessoas sem trabalho pular
de 5,6 milhões para quase 6,6 milhões. Europa A Europa, que historicamente exibe níveis elevados de trabalhadores sem emprego, até há pouco não sofrera com o efeito dominó, mas nas últimas semanas as dispensas ganharam fôlego. A indústria da zona do euro entrou em recessão, e a taxa de desemprego, hoje em 8,3%, deverá crescer. A France Telecom e a Sonera (maior telefônica da Finlândia) acabam de anunciar cortes A gigante de equipamentos de telecomunicação
norte-americana Lucent, enfrentando a crise no setor, anunciou que vai
demitir pelo menos 410 funcionários da sua unidade francesa, que tem um
total de 1,3 mil empregados. Japão A gigante japonesa dos eletrônicos
Toshiba vai cortar 20 mil empregos de sua força de trabalho de 190 mil
funcionários devido à queda na demanda mundial do setor de tecnologia da
informação, informa a edição de hoje do diário "Asahi
Simbun". Os países asiáticos cujas economias são
pautadas pelas exportações também foram os mais contaminados pela
recessão mundial. Cingapura e Taiwan viram o PIB recuar nos dois
primeiros trimestres, uUm dos motivos seria a queda no consumo de produtos
de tecnologia da informação, como equipamentos de telecomunicação. Os subsídios concedidos à agricultura pelos países desenvolvidos são os principais responsáveis por boa parte do desemprego nos países do Mercosul. Esta foi a conclusão dos ministros do Trabalho do Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai reunidos ontem em encontro na Confederação Nacional do Comércio (CNC), no Rio. Estes países enfrentam altas taxas de
desemprego. Na Argentina, o índice é de 16,4%, no Uruguai e no Paraguai,
16%. No Chile, que negocia ingresso no bloco econômico, a taxa é de
9,7%, No Brasil, segundo o IBGE, em julho a taxa de desemprego nas seis
principais regiões metropolitas foi de 6,4%. Os textos aqui publicados são de responsabilidade de seus autores ou fontes e podem não expressar a opinião da Economiabr.net
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