Maioria das pequenas empresas dos EUA está online
(IDG Now!, 2001-08-27)

Um trabalho conduzido pela Dun & Bradstreet, companhia que realiza pesquisas e análises corporativas em diversos setores, mostra que dois terços de todas as pequenas empresas nos Estados Unidos possuem acesso à Internet e cerca de metade possui um Web site. Sessenta porcento das pequenas empresas conectadas à Web planejam aumentar o uso que fazem do meio online em um futuro próximo.

A maioria ainda se conecta via linha discada convencional (acesso dial-up), mas o número de pequenos negócios com acesso em alta velocidade está crescendo.

De acordo com a Dun & Bradstreet, e-mail e pesquisas para realizar negócios ainda são as duas atividades online mais comuns das pequenas empresas norte-americanas, mas um número crescente está se empenhando para realizar e-commerce. Metade das empresas com Web sites recebe um ou mais pedidos online a cada mês, mas 40% não recebem nenhum pedido online.

Sete em cada dez pequenas empresas entrevistadas afirmam que o montante que gastam para manter o Web site é justificado em termos de vendas e serviços ao consumidor. Mesmo assim, a maioria diz que não espera aumentar os gastos em atividades online em 2001. Dentre os pequenos negócios ouvidos pela Dun & Bradstreet, um quarto pratica comércio eletrônico com outras companhias (business-to-business), um terço vende diretamente ao consumidor pela Internet (business-to-consumer) e o restante pratica as duas formas de comércio eletrônico.

Para elaborar o estudo, a Dun & Bradstreet conduziu entrevistas por telefone com 540 proprietários ou executivos sêniores de pequenas empresas nos Estados Unidos.

 



AT&T Latin America quer atuar em telefonia fixa no Brasil
(IDG Now!, 2001-08-27)

A AT&T Latin America, subsidiária da gigante americana AT&T Corp, solicitou à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizações para oferecer os serviços de telefonia fixa nacional e internacional a partir de 2002, quando o mercado brasileiro de telecomunicações será totalmente aberto à competição. O pedido foi encaminhado na primeira quinzena de agosto, informaram nesta quarta-feira à Reuters pessoas próximas à iniciativa.

A Anatel ainda vai colocar para consulta pública as regras para a liberação de autorizações de telefonia fixa, mas já recebeu pedidos da Embratel e da Intercom, empresa do grupo americano Octet. A AT&T Latin America atende no Brasil a mais de 900 clientes corporativos com serviços de dados e internet, tendo redes metropolitanas próprias nas cidades de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Porto Alegre e Brasília.

No segundo trimestre, a AT&T Latin America investiu no Brasil 12,7 milhões de dólares, depois de ter colocado quase 85 milhões de dólares no ano passado. A receita da operação brasileira representou no segundo trimestre um terço do faturamento total da AT&T Latin America, que atua também na Argentina, Chile, Colômbia e Peru.

 

Japoneses estão de olho na quarta geração de telefonia móvel
(Folha Online, 2001-08-25)

Os celulares 3G ainda não foram lançados, mas os japoneses já pensam no desenvolvimento da tecnologia para a quarta geração da telefonia móvel.

Segundo o jornal Yomiuri Shimbun, o governo do Japão quer promover a pesquisa para o 4G— que promete uma velocidade 10 mil vezes maior que os antecessores e a possibilidade de exibir filmes em alta qualidade.

A tecnologia deve se tornar realidade por volta de 2010. Os japoneses pretendem investir US$ 10 milhões e liderar o estabelecimento de um padrão tecnológico para o dispositivo.

A maior operadora de telefonia móvel do Japão, a NTT DoCoMo, deve iniciar a operação do 3G em outubro.



Brasil tem mais de 26 mi de celulares
(GloboNews.com, 2001-08-27)

O número de telefones celulares no Brasil chegou a 26,1 milhões em julho, dos quais 17,5 milhões operando na banda A e 8,6 milhões na banda B. Com esses acessos, hoje o serviço atende a 15,4 cidadãos em cada grupo de mil habitantes. O número de telefones fixos instalados no país chegou a 43,7 milhões no mês passado, um crescimento de115,3% do total de acessos (20,3 milhões) em comparação a julho de 1998, época da privatização das concessionárias de telefonia fixa. Os dados foram divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).



Registrando seu DNA
(Wired, 2001-08-28)

Aproveitando-se dos temores em torno da clonagem humana, uma companhia norte-americana se propõe a tirar uma amostra de seu DNA, registrar seu perfil genético em uma base de dados e lhe enviar uma placa como certificado de autenticidade. Tudo isso por apenas US$ 1,5 mil.

Os clientes não recebem, na verdade, um registro na Agência de Direitos Autorais. Segundo Crump, o que as pessoas terão em mãos será o material necessário para abrir uma ação judicial caso suspeitem que foram clonadas.

Os experts dizem que o surgimento de uma companhia como essa indica um aumento na paranóia que existe em torno da clonagem, graças a um punhado de cientistas que prometem clonar humanos em um futuro próximo. Enquanto isso, a maioria dos cientistas afirma que a tecnologia necessária não está nem perto de ficar pronta


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