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:: Economia
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Opinião |
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Capital tem Pátria
Nossa saída é criar empresas transnacionais brasileiras fortes
para produzir o movimento contrário: o da vinda de lucros e
dividendos para o Brasil. De quebra difundimos nossas marcas, nossa
cultura e ganhamos poder para influenciar decisões de nosso
interesse. Afinal, se as nações fortes são fortes e permanecem
poderosas é porque possuem empresas fortes e poderosas espalhadas
pelo mundo
(Antoninho Marmo Trevisan, 2001-08-28)
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Países |
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Próximos
de um recessão global
A produção industrial no primeiro semestre do ano encolheu 6% em
relação ao mesmo período do ano anterior, revelando uma acentuada
queda nos investimentos, aponta a "Economist". Para a
publicação, a queda global seria o lado negativo do processo de
globalização, porque nunca antes os países mantiveram relações
comerciais tão estreitas
(Folha de S. Paulo, 2001-08-28)
Governo
dos EUA e sua relação com o Mercosul
Um dia depois de o FMI anunciar um novo pacote de ajuda financeira
à Argentina, no valor de US$ 8 bilhões, o governo norte-americano
desafiou os quatro países do Mercosul a retomar as negociações
bilaterais com vista à criação de uma área de livre comércio -
seria o embrião da futura Alca (Área de Livre Comércio das
Américas). |
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Realidade
Brasil |
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Taxa de desemprego
menor é causada por desistência, diz IBGE
A taxa média de desemprego aberto em julho ficou em 6,2%,
ligeiramente inferior a taxa de 6,4% registrada em junho, e abaixo
da expectativa do mercado que previa uma taxa entre 6,4% e 6,5%,
informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE).
(UOL Economia, 2001-08-25)
FHC adia criação de
Agência de Defesa do Consumidor
O presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu não
assinar, pelo menos por enquanto, Medida Provisória criando a Agência
Nacional de Defesa do Consumidor e da Concorrência (ANC). "A
tendência é desistir da MP", afirmou o ministro-chefe do Casa
Civil, Pedro Parente, ao explicar que existem muitas questões a
serem estudadas na proposta.
(Agência Estado, 2001-08-27) |
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Números |
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Endividamento
externo de empresas brasileiras dobrou nos últimos seis anos
As empresas detêm 61,6% da dívida externa, contra 38,4% do
governo. De 95 para cá, o endividamento privado dobrou de US$ 71,8
bilhões para US$ 147,2 bilhões, segundo os últimos dados disponíveis,
de maio. O aumento ocorreu porque, com juros reais acima de 20% ao
ano no Brasil, as empresas passaram a buscar recursos mais baratos
no exterior.
(Agência Estado, 2001-08-27) |
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Crise |
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Acordo com FMI não
muda classificação de risco da Argentina
Apesar do novo empréstimo de US$ 8 bilhões à Argentina
anunciado na terça-feira pelo FMI (Fundo Monetário Internacional),
três das mais importantes agências de classificação de risco do
mundo, Moody's, Fitch e Standard & Poor's, anunciaram que não
vão mudar o rating da dívida do país, rebaixado recentemente por
todas elas
(Reuters, 2001-08-24) |
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