:: Digital

AT & T já conectou 95% dos bancos à sua rede
(Valor Online, 2001-08-02)

O vice-presidente de marketing da AT & T Brasil, Cláudio Baumann, afirmou  que 95% dos 170 bancos que atuam no país já estão conectados à rede da operadora e testados do ponto de vista da comunicação.

A AT & T venceu junto à Embratel a licitação para fornecer a infra-estrutura de telecomunicações para o novo Sistema de Pagamentos Brasileiros (SPB). O Banco Central estabeleceu que existirão duas redes independentes para evitar que a falha de uma interrompa as transações bacárias.

Baumann, que participou do seminário "O SPB e Seus Impactos Sobre as Empresas", reconhece que as duas redes serão um custo adicional para as instituições financeiras, que terão de pagar para a AT & T e para a Embratel os custos de conexão de acordo com o volume de seu tráfego.


Ericsson vai vender licenças para produção de celulares
(invertia, 2001-09-02)

A Ericsson, fabricante sueca de equipamentos de telefonia, anunciouque pode vender licenças para outras empresas produzirem novos modelos de aparelhos celulares na tentativa de impulsionar a indústria da telefonia móvel.

O anúncio chega no momento em que o banco de investimentos Morgan Stanley dos EUA reduziu a classificação de quatro operadoras européias de telefonia celular por temores em relação à distribuição inicial limitada de aparelhos do padrão GPRS, a chamada geração dois-e-meio (2,5G), e a possível demora no lançamento de serviços de terceira geração (3G).

Comprar uma licença da Ericsson seria uma maneira de evitar os altos custos com pesquisa e desenvolvimento e concentrar esforços em aplicativos, design, distribuição e fortalecimento de marca, disse a empresa. A Ericsson oferecerá especificações completas do componente, layouts de placa de circuito impresso e software. A empresa também fornecerá suporte e ajuda para personalizar os produtos.

 

Internautas aprovam o comércio eletrônico
(Agência Estado, 2001-09-01)

Cresce gradativamente a aprovação dos sites de comércio eletrônico pelos usuários. Levantamento da e-bit, empresa de pesquisa e marketing on-line, mostra que o índice geral de satisfação atingiu em julho marca superior a 80% pelo terceiro mês consecutivo. Para 83,5% dos consumidores pesquisados as lojas on-line atenderam satisfatoriamente às suas expectativas. Em junho, o índice havia ficado em 83,2%, superior aos 82,3% de maio.

No que se refere à navegação nas lojas virtuais, 83% dos entrevistados mostraram-se satisfeitos em julho. Este é o melhor desempenho obtido na avaliação do item desde que a e-bit passou a publicar os índices, em maio do ano passado. Metade dos entrevistados alegou que já conhecia a loja previamente, ao justificar a escolha pelo estabelecimento.



Computador popular será lançado ainda este ano
(Agência Estado, 2001-09-01)

O governo trabalha na definição dos últimos detalhes das linhas de financiamento que darão suporte ao lançamento do computador popular. Segundo o ministro das Comunicações, Pimenta da Veiga, o produto deve chegar ao mercado ainda este ano. O projeto, que integra o conjunto de ações do governo federal no sentido de reduzir a exclusão social, tem como objetivo oferecer à população de baixa renda um microcomputador de relativo baixo preço.

A máquina deve custar entre US$ 300 e US$ 350 e será financiada em prestações máximas de R$ 30, explicou o ministro. Segundo ele, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiará as empresas interessadas em produzir o equipamento e a Caixa Econômica Federal financiará o consumidor final. "Esperamos que outros bancos se interessem pelo projeto", disse.

Pimenta da Veiga afirmou que já foi procurado por uma operadora de telecomunicações interessada em adquirir entre 3 milhões e 4 milhões de microcomputadores para posterior revenda a seus assinantes. Para o computador popular, a escolha do governo recaiu sobre uma plataforma aberta, mediante utilização do software Linux.

 

Redes de fibra ótica terão incentivo do governo do Brasil
(Agência Estado, 2001-09-01)

O governo Fernando Henrique Cardoso já definiu quais os setores da economia que terão prioridade nos programas de incentivo e pesquisa estratégica. Uma das áreas prioritárias é o de redes óticas. "Vamos estudar maneiras de incentivar as empresas a investirem na pesquisa de backbone ótico", garantiu nesta sexta o secretário executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, Carlos Américo Pacheco, durante a 3ª Conferência Internacional "A Comunidade das Nações Ibero-Americanas e a Economia da Informação", realizada na Fundação Padre Anchieta, em São Paulo.

O secretário participou do painel "Economia dos Conteúdos", que discutiu os vários aspectos ligados ao conteúdo e sua inserção no cenário das novas tecnologias.



Provedores de Internet europeus querem atrair público da TV
(Reuters, 2001-09-03)

Em uma ambiciosa medida para dar uma virada e atingir a lucratividade, os maiores provedores de acesso à Internet da Europa estão tentando atrair os espectadores de televisão para portais de banda larga que transmitem concertos de rock e novelas por uma tarifa.

A Terra Lycos lançou um portal de banda larga no mercado espanhol no mês passado e pretende começar a cobrar pelo serviço no futuro. Outros grandes provedores, como a alemã T-Online e a italiana Tiscali, estão desenvolvendo portais de banda larga com conteúdo pago.




Samsung vai abrir primeira fábrica de discos rígidos do Brasil
(Exame, 2001-09-01)

A Samsung vai abrir a primeira fábrica de discos rígidos para computador do Brasil. A empresa vai investir 100 milhões de reais no negócio e a decisão aconteceu após o anúncio da redução nas alíquotas do imposto de importação de três componentes necessários à fabricação dos discos rígidos, aprovada esta semana pela Camex (Câmara de Comércio de Exterior).
As alíquotas dos componentes caem de 12% para zero. A produção da Samsung deve ser de 4 milhões de discos rígidos por ano.


Conteúdos pagos - o sucesso do mercado wireless
(Ovum, 2001-09-03)

As empresas que cobrarem pela disponibilização dos seus conteúdos são aquelas que terão sucesso no mercado wireless, segundo previsões da empresa de pesquisa Ovum.

As companhias que fornecem serviços de acesso à Internet sem fios poderão partilhar as receitas com as empresas que disponibilizam conteúdos on-line pagos. Além disso, poderão ainda aumentar o seu volume de negócios através de transacções on-line e de da publicidade. Segundo os analistas da Ovum as empresas que apostarem apenas nos métodos de negócio tradicionais não irão conseguir afirmar a sua presença no mercado wireless. Como exemplo de um modelo de negócio sustentável a Ovum cita a empresa japonesa DoCoMo.
 

Voltar       Mais notícias       Edição atual       Edição anterior

Os textos aqui publicados são de responsabilidade de seus autores ou fontes e podem não expressar a opinião da Economiabr.net