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:: Economia
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Será? |
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A crise será maior, mais severa e prolongada, dizem
Greenspan e o FMI
O pior é que os recursos para reanimar a economia norte-americana
estão claramente chegando ao fim. O país já cortou impostos no
limite de suas possibilidades, abalando seriamente a âncora de sua
estabilidade para o futuro, que é o superávit do Tesouro. Os juros
já estão no nível mais baixo em muitos anos e já se provou que
seu efeito é cada vez mais reduzido
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Análises |
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A possível saída
A possível saída da situação recessiva na qual se encontra o
mundo deve vir de sua maior potência econômica, ou seja, os
Estados Unidos (...) com sua moeda extremamente valorizada,
este cenário se dá por uma demissão em bloco da grande maioria
das grandes empresas somado às insistentes reduções das taxas de
juros sem surtir efeitos. O problema do câmbio valorizado se dá em
função dos constantes déficits na balança comercial.
(Paulo Renoldi, 2001-09-03) |
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Realidade
Brasil |
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Reforma
Tributária (2)
O chamado imposto em cascata, um dos grandes destaques da reforma,
é aquele que incide em cada etapa da cadeia produtiva, onerando
assim o produto final ao consumidor, como é o caso da CPMF, COFINS
e PIS/PASEP. É um dos pontos que estão gerando mais polêmica na
discussão da reforma tributária, no Congresso Nacional, pois tanto
o congresso como o empresariado, entendem que tais impostos devem
ser extintos, porém, como os mesmos são responsáveis por quase
40% de toda a arrecadação do país
(Fernando Gomiero, 2001-09-03)
Nível
de confiança de empresários brasileiros é o menor desde 1999
As crises energética e argentina e a alta dos juros
afetaram a confiança dos empresários industriais na economia
brasileira. Segundo pesquisa da CNI, o nível de confiança dos
empresários apresenta índices semelhantes ao início de 1999,
época da crise cambial
(Agência JB, 2001-09-3) |
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Números |
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Produção
de carros tem queda de 16,3%
A indústria automobilística brasileira teve resultado
negativo em junho. A produção nacional registrou queda de 16,3% na
comparação com o mês de maio deste ano. Este resultado não é
atribuído ao racionamento de energia elétrica e sim ao fato de
maio ter sido o terceiro melhor resultado mensal de toda a história
do setor.
(Agência JB, 2001-09-3)
Endividamento
externo de empresas brasileiras dobrou nos últimos seis anos
As empresas detêm 61,6% da dívida externa, contra 38,4% do
governo. De 95 para cá, o endividamento privado dobrou de US$ 71,8
bilhões para US$ 147,2 bilhões, segundo os últimos dados
disponíveis, de maio. O aumento ocorreu porque, com juros reais
acima de 20% ao ano no Brasil, as empresas passaram a buscar
recursos mais baratos no exterior.
(Agência Estado, 2001-08-27) |
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Opinião |
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Economia
política da Alca
Juntando, então, a necessidade de desenvolver novos mercados e
eliminar ameaças a sua sociedade, o Governo George Bush
evidentemente se mostra ansioso pela consolidação da ALCA em
moldes bem mais íntimos do que o Plano Marshall.
Sob o ponto de vista brasileiro, esta proposta deve ser vista com
alguns percalços que devem ser muito bem ponderados
(Eduardo Starosta, 2001-09-02)
O Estado
Regulador
O mundo recentemente se desprendeu de uma fase intervencionista na
economia. Com a queda do muro de Berlim, nos ex-países comunistas,
e com o fim dos regimes militares, na América do Sul, tudo leva a
crer que chegamos ao fim do modelo de Estado Provedor. O modelo
adotado pelo Brasil após a transição do regime militar, nos
remete a valores que levam a acreditar que se está caminhando para
um modelo de Estado que se situa entre intervencionista e liberal.
Este se chama: Estado Regulador.
(Márcio C. Coimbra, 2001-09-02) |
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