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:: Mundo
Pesquisa
revela otimismo com as novas tecnologias
(WebWorld, 2001-09-09)
Um trabalho realizado em agosto pela Ipsos-Reid descobriu que 54% dos
norte-americanos adultos acreditam que novas tecnologias – como a
Internet, celulares e outros dispositivos – contribuem para que as
pessoas possam aproveitar mais o tempo livre que têm para entretenimento.
Apenas 29% dos entrevistados disseram que o uso de novas tecnologias acaba
reduzindo o tempo de lazer.
A pesquisa da Ipsos é baseada em entrevistas com mil cidadãos dos
Estados Unidos com idades acima de 18 anos. O estudo revelou ainda que 59%
acreditam que as novas tecnologias ajudam a aumentar a produtividade no
trabalho, enquanto 25% consideram que tais tecnologias muitas vezes são
distrações que atrapalham o andamento das atividades profissionais.
Também em agosto deste ano um estudo similar foi elaborado pela Xylo,
indicando que 79% das mulheres e 61% dos homens acreditam que o uso
pessoal da Internet no trabalho é um fator que contribui para o ganho
geral de produtividade
HSBC
usa moeda virtual para conquistar clientes
(Exame, 2001-09-09)
O banco HSBC fechou uma parceria com o
Dotz, a empresa que busca manter o cliente fiel por meio da distribuição
de uma moeda virtual, capaz de ser trocada por prêmios. A expectativa de
Yves Moyen, principal executivo do Dotz, é de que serão distribuídos 20
milhões de dotz.
Os atuais clientes do banco ganharão 2.000 dotz cada vez que conseguirem
indicar uma pessoa para ser correntista do banco. Atualmente, o banco tem
3,5 milhões de correntistas.
“A nossa próxima ação será distribuir dotz para quem utilizar os
serviços do banco pela internet. É uma forma de incentivar o uso dos
serviços bancários pela web”, conta Moyen.
O Dotz é utilizado hoje por 60 empresas. Com 500 dotz já é possível
adquirir um CD e entre 1.000 a 3.000 dotz, é possível conseguir produtos
de informática e assinatura de revistas.
China
investe US$ 10 milhões para monitorar internautas
(WebWorld, 2001-09-09)
O Bureau de Segurança Pública da China
(PSB) gastará cerca de US$ 10 milhões para atualizar a sua capacidade de
monitoramento online, segundo informações da agência de notícias
chinesa Xinhua. Batizada de Golden Shield Project, a iniciativa será
viabilizada por meio de uma parceria com a Universidade de Qinghua e prevê
a construção de uma rede que será usada para armazenar dados
considerados suspeitos pelas autoridades do país.
A rede também permitirá que a polícia monitore a atividade online dos
cidadãos. Trata-se de uma das raras vezes em que o governo da China
admite publicamente que vigia o conteúdo online acessado e criado no país.
Anteriormente, no entanto, as autoridades nacionais prenderam pessoas
acusadas de praticar atividades ilegais na Web. Em meados de agosto, por
exemplo, o editor Huang Qi foi detido por publicar na Internet material
sobre a revolta de estudantes em 4 de junho de 1989 pedindo democracia na
China. Ainda não foi emitido nenhum veredicto sobre o caso.
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