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:: Economiabr.net - setembro/2001 - nº 03
:: Economia
Desafio à
posição americana sobre Kyoto
O Presidente Bush deu novo alento ao esforço global no combate à
mudança climática. Na Europa, o choque à rejeição precipitada de Bush
do protocolo de Kyoto transformou-se em indignação. Sua rejeição
também incentivou uma nova determinação para implementar o protocolo
– mesmo sem os Estados Unidos.
(Christopher Flavin, 2001-09-14)
Bush abandonou a
diplomacia contruida por Clinton para o Oriente Médio
A política norte-americana para o Oriente Médio mudou
radicalmente quando o republicano George W. Bush substituiu o democrata
Bill Clinton na Casa Branca. Enquanto Clinton se empenhava pessoalmente na
busca de uma solução negociada para o conflito árabe-israelense, seu
sucessor desmontou a estrutura diplomática que se ocupava da questão.
Porque EUA
"rasgaram" os acordos internacionais?
"Para o governo Bush, ser o líder mundial significa ser capaz de
fazer o que quiser quando quiser, sem restrições de tratados ou acordos
multilaterais que possam limitar o consumo de recursos naturais, o poder
militar ou insanas leis sobre posse de armas", escreveu, no dia 31 de
julho, Thomas Friedman, respeitado articulista do jornal The New York
Times. "Os EUA são descritos como um 'estado delinqüente' na
Europa, quase tanto quanto o Iraque", acrescenta Friedman
Financiamento Corporativo -
Fontes e Recursos
As corporações compram e vendem derivativos para proteção à
exposição aos riscos existentes, tais como flutuações nos preços do
commodities, taxas internas e taxas de trocas internacionais. Os
derivativos podem incluir opções de troca, futuros, antecipações e
trocas.
(Ivan Pricolli Calvo, 2001-09-15)
E alguém tem back up das
vidas?
Ou os trabalhadores acordam para o significado da política
norte-americana, que é a expressão bem acabada do atual estágio do
capitalismo, e percebem que as dores que sentem agora outros tantos povos
(de fato oprimidos pela miséria sempre lucrativa) já sentiram ou vão
entrar na guerra a favor do capitalismo do Senhor Bush dando-lhe apoio
quem sabe para uma nova pujança econômica oriunda, sobretudo, da
indústria bélica.
(Gislene Bosnich, 2001-09-14)
O dia da estaca zero. O
centro virou periferia
O medo e a insegurança tão próprios do american way of life. E porque
isso significará só (ainda que seja muito, repito) uma era Bush de
armamento, de uma "gloriosa" nova época de investimentos
militares e anti-terroristas, capazes até de catapultar novamente os EUA
a um crescimento econômico que não se esperava antes do 11S (lembrem-se
desta data, crianças. Porque 11 de setembro entrou para a história)
(Marcelo Estraviz, 2001-09-15)
Economistas
dizem que os atentados já empurraram o mundo para uma recessão
A tragédia do World Trade Center pode ter sido o empurrão que
faltava para jogar os EUA e, por extensão, o mundo, numa grave crise
mundial. Economistas de grandes bancos já calculam que os atentados em
Nova York e Washington podem custar nada menos que três pontos
percentuais do PIB no terceiro e no quarto trimestres à economia
norte-americana.
(UOL Economia, 2001-09-15)
Consumidores
economizam cada vez menos energia
O consumo de energia voltou a aumentar nos últimos dias, segundo
dados do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico). Nos últimos sete
dias, a economia foi de 19,5% no Sudeste e Centro-Oeste, 17,9% no Nordeste
e 20,9% no Norte. Considerando os 12 primeiros dias do mês, o resultado
foi o de 18,9% de economia no Sudeste e Centro-Oeste, 18,1% no Nordeste e
20,4% no Norte.
(Folha Online, 2001-09-15)
: Mundo
AL precisa dobrar aplicações
em infra-estrutura, diz Bird
A América Latina precisa mais do que dobrar
seus investimentos anuais em infra-estrutura, assinalou estudo divulgado
nesta terça-feira pelo Banco Mundial (Bird) na sede do BNDES. Dos US$ 29
bilhões investidos em média em cada ano da década passada, a região
deve passar a receber US$ 70 bilhões por ano até 2005 para atender as
necessidades básicas da população de seus países
(Valor Online,
2001-09-15)
Atentados nos
EUA podem prejudicar implantação da Alca
As negociações em torno da implantação da Área de Livre
Comércio das Américas (Alca) poderão ser dificultadas após a série de
atentados terroristas nos Estados Unidos. Como acordos internacionais
dependem de decisões políticas, é possível que os setores da sociedade
norte-americana que resistem à idéia da Alca ganhem força a partir de
agora, conforme a avaliação da coordenadora de projetos de comércio
internacional da Fundação Getúlio Vargas, Lia Valls.
(UOL Economia, 2001-09-15)
França cresce
com a menor taxa desde 1998
A economia francesa avançou em seu ritmo mais lento em três anos no
segundo trimestre de 2001 com o desaquecimento global determinando o recuo
na demanda interna e nas exportações. Segundo dados apresentados pelo
instituto de estatísticas da região, o Insee, o Produto Interno Bruto
(PIB) cresceu 0,3% de abril a junho, o menor ganho desde o quarto
trimestre de 1998.
(UOL Economia, 2001-09-15)
Empresa área
dos EUA é fechada após ataques terroristas
A Midway Airlines anunciou que vai fechar definitivamente suas
portas, depois dos ataques ter-roristas que ocorreram em Nova York e
Washintong na terça-feira. A empresa alega que os ataques nos
Estados Unidos derrubaram suas esperanças de recuperar-se dos
problemas financeiros que vem enfrentando.
(PanoramaBrasil, 2001-09-17)
China fecha
acordo para entrar na OMC
A China, país mais populoso do planeta, conseguiu ontem à noite um
acordo informal para se tornar membro da OMC (Organização Mundial de
Comércio), depois de 15 anos de difíceis negociações. Os termos do
entendimento deverão ser conhecidos na segunda-feira.
(Folha de S.Paulo, 2001-09-16)
:: Digital
Qual é a voz da sua empresa?
De acordo com um artigo no New York Times, a AT&T Labs tem
feito grandes progressos na área de voz sintética. Isso significa que em
breve poderemos ter qualquer texto escrito na voz de qualquer um - como
Elvis Presley, Frank Sinatra, Tom Jobim ou Ayrton Senna dizendo 'não se
esqueça do cinto de segurança' quando você entrar no carro.
EUA teme onda de
ciberterrorismo
Especialistas do governo dos Estados Unidos e de empresas de
segurança da dados temem que os atentados ao EUA sejam apenas o começo
de uma onda, que poderá incluir ataques de ciberterrorismo. Membros do
National Infrastructure Protection Center, unidade do FBI especializada em
crimes relacionados à Internet e à infra-estrutura de TI (tecnologia da
informação), convocaram uma reunião de emergência com empresas de
segurança
(Computerworld, 2001-09-14)
Idosos são grandes usuários
da Web nos EUA
Uma pesquisa da Pew Internet & American Life Project revela
que 15% das pessoas com mais de 65 anos nos Estados Unidos estão online.
Em contrapartida, a faixa etária imediatamente anterior – entre 50 e 64
anos – possui um índice bem superior de uso da Web, em torno de 51%.
(Web World, 2001-09-15)
Microsoft doa US$ 10 milhões
para recuperação da cidade de NY
A Microsoft Corporation doou nesta quinta-feira US$ 10 milhões,
em dinheiro e serviços, para a recuperação da cidade de Nova York. Do
total, US$ 5 milhões vão para o Fundo 11 de Setembro, criado pela The
United Way of NY City e pelo NY Community Trust.
(Exame, 2001-09-17)
Internet
banking não decola nos Estados Unidos, revela eMarketer
Os serviços de Internet banking não "pegaram" nos
Estados Unidos. Apenas de 5% a 10% dos clientes das instituições
financeiras usam serviços via Web. É o que revela a pesquisa feita pelo
instituto eMarketer.
(Exame, 2001-09-17)
Internet
amplia convívio social, diz pesquisador
Ao contrário do que muita gente pensa, a internet não está
reduzindo os contatos entre as pessoas nem substituindo-os por relações
impessoais conduzidas por computador. A conclusão é de Barry Ellman, do
Centro para Estudos Urbanos e Comunitários da Universidade de Toronto,
Canadá.
(Folha de S.Paulo, 2001-09-15)
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Trabalho
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