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:: Economia
Brasil, México e Argentina têm saída líquida de US$ 3,2 mi
(20010-12-01)
Dados divulgados pelo UBS Warburg mostram que na semana passada as três principais economias da América Latina (Brasil, Argentina e México) registraram uma saída líquida de US$ 3,2 milhões. Foi o primeiro indicador da instituição que indicou fluxo negativo em três semanas. Na semana encerrada em 23 de novembro, um total líquido de US$ 3 milhões deixou o Brasil, depois de duas semanas consecutivas de entradas, que totalizaram US$ 38,4 milhões. A Argentina teve um fluxo negativo de capitais de US$ 2 milhões e o México apresentou entradas líquidas de 1,7 milhões, após cinco semanas de saídas, que atingiram um volume de US$ 53,7 milhões. Todos os dados tomam como base o fluxo de capitais dos clientes do UBS.
Nokia espera crescimento de 15% nas vendas em 2002
(20010-12-01)
A finlandesa Nokia informou esperar um crescimento de 15% no total de vendas no próximo ano. Somente no quarto trimestre de 2002, a Nokia prevê crescimento de 25% a 35% das vendas. A expectativa da maior fabricante de telefones celulares do mundo é vender de 420 milhões a 440 milhões de aparelhos em 2002. Para este ano, a projeção é de 380 milhões de celulares vendidos. A empresa reafirmou ainda que seus telefones celulares com tecnologia 3G (terceira geração) entrarão no mercado a partir do segundo semestre de 2002. Segundo a Nokia, os telefones 3G serão responsáveis por 10% das vendas da empresa em 2003. Até 2005 a Nokia espera que os usuários da telefonia celular atinjam 1,5 bilhão de assinantes.
Empresas ampliarão gasto com tecnologia em 2002 e 2003
(20010-12-01)
As empresas vão aumentar seus orçamentos na área de tecnologia da informação - que envolve informática e telecomunicações - nos próximos dois anos, mas a escassez de recursos fará com que elas sejam mais cautelosas e exigentes na escolha de seus fornecedores. A afirmação foi feita nesta terça-feira por Carlos Perry, vice-presidente mundial do The Yankee Group. Segundo ele, os acontecimentos do dia 11 de setembro vão mudar radicalmente a forma de as empresas se comunicarem, e vão aproximá-las ainda mais dos últimos recursos de tecnologia, como videoconferências e troca eletrônica de arquivos. Por isso, os fornecedores que quiserem ganhar contratos nesse período em que os recursos continuarão escassos devem, segundo Perry, se preparar para oferecer maior largura de banda e uma gama mais vasta de aplicações a preços competitivos e de forma segura.
Cai a confiança espanhola nos mercados latino-americanos
(20010-12-01)
A confiança das empresas espanholas nos mercados emergentes, entre eles o latino-americano, caiu nos últimos meses, segundo um estudo do Clube de Exportadores e do Centro Espanhol de Relações Internacionais (CERI). A América Latina foi a região melhor valorada em conjunto, com 7,3 pontos sobre 10, mas experimentou um significativo retrocesso com relação ao mês de abril, quando obteve 7,9 pontos. A crise econômica argentina e a instabilidade política em alguns países da zona andina foram assinalados como fatores que influenciaram o declínio das perspectivas latino-americanas. Os pesquisados avaliaram os mercados em função de seu tamanho, solvência, perspectivas de crescimento e potencialidade para a Espanha.
Economia chinesa deve fechar o ano com crescimento de 7,3%
(20010-12-01)
O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da China será de 7,3% no final do ano, segundo divulgou nesta quarta o Escritório Nacional de Estatísticas (ONE), uma taxa muito superior à média mundial, estimada em 1,3%. O país cresceu em média 9,5% entre 1978 e 2000, em comparação com os 2,5% dos países desenvolvidos e com os 5% dos países em vias de desenvolvimento. No período, as reservas chinesas de divisas somavam US$ 200 bilhões americanos em 18 de outubro, o que contribui para a estabilidade da taxa de câmbio da moeda nacional, o iuane. No entanto, os analistas apontaram que embora a situação macroeconômica seja propícia, a China também enfrenta a ameaça de uma desaceleração, como mostra o índice de preços dos produtos industriais em outubro passado, que caiu 3,1%. Isso imprime uma maior pressão para que as autoridades reconsiderem a decisão, relegada até o momento, de uma redução das taxas de juros.
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