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Brasil se une à Espanha em parceria científica e tecnológica
(copyright Agência EFE, 2002-04-08)
A ministra da Ciência e Tecnologia da Espanha, Anna Birulés, disse que a cooperação na área tecnológica é fundamental para as relações da União Européia (UE) com a América Latina e Caribe.
Sem dar maiores detalhes, Birulés disse que "até o fim deste ano, seguramente, a Europa contribuirá com projetos de base científica para a América Latina e Caribe".
A ministra justificou tal decisão como um reflexo dos interesses de empresas e governos europeus na região.
Os ministros da Espanha e Brasil concordaram em que os investimentos no âmbito científico dos países participantes no fórum devem aumentar, principalmente, por parte da iniciativa privada e que a integração entre as nações das três regiões é necessária.
Birulés anunciou que o Conselho Europeu, na reunião que teve no fim de semana passado em Barcelona, se comprometeu a fazer com que a Europa invista três por cento do seu Produto Interno Bruto (PIB) em pesquisas, desenvolvimento e inovação tecnológica até 2010.
A ministra comentou que até o ano passado esse valor representava menos de 2,5 por cento do PIB da UE.
O ministro brasileiro, por sua parte, disse que menos de um por cento do PIB da América latina é destinado ao desenvolvimento científico.
"No entanto, notamos que nossos governos e empresas se deram conta de que os países que não se desenvolvem, inclusive cientificamente, desaparecerão", ponderou o ministro.
Segundo Mota Sardenberg, a América Latina também está empenhada em aumentar sua integração e colaboração científica para evitar a fuga de cientistas e "cérebros" para o exterior.
O ministro afirmou que o Brasil iniciou projetos de cooperação científica com a Argentina, Colômbia, Venezuela, Chile e até Portugal destinados a aumentar o intercâmbio de cientistas e de idéias, que permitirá que os profissionais do setor se reciclem no exterior para que regressem aos seus países de origem com novas idéias.
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(copyright Agência EFE, 2002-04-08)
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Negócios entre Brasil e China podem atingir US$ 5 bi neste ano
(copyright EconomiaNet, com informações
da Agência EFE, 2002-04-08)
Neste ano, o comércio sino-brasileiro deve chegar a US$ 5 bilhões, impulsionado pela visita de uma comitiva de empresários à China, liderada pelo ministro Sérgio Amaral, do Desenvolvimento, e a realização da Brazil-China Trade Fair, ambas no início de abril.
O Brasil também é um dos principais focos de investimentos chineses no Exterior, afirma o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China, Charles Andrew Tang.
Já há 40 empresas chinesas com escritório de representação no Brasil, e a Câmara está dando consultoria para outros 14 projetos de parceria de empresas chinesas com brasileiras. Em 1999, o comércio entre os dois países totalizou US$ 1,5 bilhão. No ano seguinte, cresceu para US$ 2,5 bilhões, subindo para US$ 3,2 bilhões em 2001.
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(copyright EconomiaNet, com
informações da FolhaOnLine, 2002-04-08)
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