|
|
Inteligência
Financeira Todos nós temos necessidades ilimitadas,
mas os nossos recursos são escassos! A cada palavra de sua explanação,
sentia-me torturado; perdendoa paciência, pois não agüentava mais a
aula e ouvir novamente sobre aquele mesmo assunto, retruquei: Vejam só o que ele dizia: que nossas
necessidades são ilimitadas, ou seja, não importa o quanto se ganha, se
não se sabe agir com inteligência. Nada irá satisfazer suas
necessidades, uma vez que elas irão aumentar sempre. Com certeza essas pessoas têm dívidas a pagar...Passam pelos mesmos apuros financeiros, preocupadas com as contas a pagar, sonhando com salários maiores e com medo de perderem os empregos. A mesma história: cheque especial, crédito pessoal, cartão de crédito ultrapassando o limite etc. Se você quer ter uma vida tranqüila e sem apuros financeiros, pense em investir na sua maior riqueza: aumente a sua inteligência financeira. Ela vai gerar o dinheiro necessário para você comprar o seu carro, a sua casa e realizar os seus sonhos, sem passar por dificuldades. Sem a inteligência financeira, o dinheiro desaparece rapidamente. Quando meu professor disse que todos devem trabalhar dentro das restrições orçamentárias, suas explicações seguiam no sentido empresarial. Explicava que uma indústria fabricante de ônibus em sua cidade, “fechava as portas” depois de décadas de operação, por não saberem como usar o simples método da inteligência financeira: não gastar mais do que tem. E não pára por aí, pois isto não se aplica somente a pessoas e a empresas. Os princípios financeiros são os mesmos para todo o universo econômico: países que gastaram mais do que arrecadaram, estão atravessando dificuldades econômicas. É o que ouvimos nos noticiários. Cada aluno que se prontificou a participar recebeu uma bolinha de pingue-pongue, uma fita métrica e um cronometro. A professora deu a eles o desafio: uma semana para medir o prédio da Chrysler. Na semana seguinte, chegou o primeiro
aluno e deu a medida quase
exata. Foi aplaudido e explicou
que tinha conseguido a medida esticando
a fita métrica desde a calçada até o limite da rua. E a professora pediu que ele contasse como havia conseguido. A resposta foi simples: “Dei a bolinha de pingue - pongue, a fita métrica e o cronometro de presente para o zelador do prédio e ele me emprestou a planta do edifício”.
Os textos aqui publicados são de responsabilidade de seus autores ou fontes e podem não expressar a opinião da Economiabr.net |
|
|
|
|
|
|