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Redução
de custos no mundo globalizado No atual mundo globalizado, de abertura de mercado, das quedas de barreiras alfandegárias e da formação de blocos econômicos, aliados à lei da oferta e da procura, da livre iniciativa e da economia perfeita, a competitividade dos produtos fica mais do que nunca atrelada ao seu custo final. Daí a enorme importância de se investir em programas voltados a reduzir os custos de produção. Despesas que, com alguns
cuidados, muitas vezes poderiam ser facilmente evitadas ou pelo menos
diminuídas, com freqüência acabam por onerar o custo final dos
produtos. E a maioria dos consumidores que antes não se importavam tanto
com preços, já não se deixam impressionar apenas pela qualidade de um
produto e a beleza de sua embalagem, principalmente quando está em jogo o
seu orçamento familiar. A competitividade dos seus produtos é o que vai
determinar a capacidade da empresa em disputar espaço neste mercado de
constantes mutações e acirrada competição. Então não se pode
pretender que as empresas desprovidas de uma estrutura voltada a superar
as novas barreiras impostas pelo mercado sejam páreo para os grandes
conglomerados internacionais, que já estão devidamente preparados. Elas
precisam encarar os novos tempos e a nova realidade na disputa com os
concorrentes, adequando seu perfil às exigências atuais dos
consumidores. Vários
fatores podem resultar em aumento de competitividade via redução de
custos. Entre eles destacam-se: 1.
Poder de barganha - Representa a capacidade da empresa em negociar preços
e condições com seus fornecedores. É preciso contar com várias opções,
para não ficar dependente de apenas um ou dois, tanto em função de preços
e condições de pagamento como em função de prazos de entrega e
pontualidade. O surgimento de novas empresas do ramo e as vantagens que
elas poderiam estar oferecendo, também não deve ser ignorado. Porém, não
se deve realizar negócios antes de uma avaliação prévia de qualidade e
compatibilidade dos produtos oferecidos. 2.
Aplicação de tecnologia avançada - Significa manter seus equipamentos
com o que há de melhor no mercado e, contando com bens de capital de alto
nível, aumentar sua produção com qualidade e menor emprego de mão-de-obra,
ou seja, “produzir mais com menos”. O ganho em escala sobre os custos
fixos se farão sentir rapidamente no custo final do produto. 3.
Acesso às matérias-primas - Deve ser descomplicado e sem grandes
burocracias, o que pode resultar em uma boa redução de despesas com logística
e transporte. 4. Aquisição
de insumos - Para as empresas que operam em larga escala as maiores
compras de insumos sempre significam preços melhores que os conseguidos
pelos concorrente mais modestos. Porém, todas as empresas são
beneficiadas quando mantém seus estoques em níveis que garantam a produção
por um bom período. Todavia, ao se definir os níveis ideais desses
estoques bem como os de suas reposições, não se deve subestimar a
possibilidade da obsolescência ou degeneração das matérias-primas ou
da própria queda da demanda. Nem se pode superestimar a capacidade
financeira da empresa em arcar com os compromissos assumidos com reposições
de estoque. Definir os níveis máximos de seus estoques usando como base
as vendas futuras já contratadas é uma boa idéia. 5. Recursos
Humanos – Investir na concessão de benefícios e em cursos de
especialização é uma garantia de maior satisfação profissional e de
mais motivação aos seus colaboradores. Tudo isso resultando em ganhos
significativos para empresa, com aumento de produtividade e redução
dos custos com uma menor rotatividade. Portanto, aumentar seu poder de barganha, investir em tecnologia e nos recursos humanos, facilitar o acesso às matérias-primas e manter seus estoques com mecanismos eficazes e sob severa vigilância, é meio caminho andado em direção ao aumento da potencialidade da empresa no mercado, via redução de custos, sem deixar a peteca cair
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