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Karl Marx - Parte II A subordinação da classe trabalhadora Karl Marx defende que o trabalhador é origem do valor. Sendo ele a origem do valor, entretanto há uma tendência para o empobrecimento do Trabalhor. A Oferta do Trabalho depende da evolução demográfica, da procura do Capital Investido e também do Progresso. O Progresso técnico é inerente ao Capitalismo, logo com o progresso técnico a procura de trabalho tende a descer. Marx diz também que a baixa na procura do trabalho não leva a diminuições sucessivas do trabalho, pois os Sindicatos não o permitem, contudo, os operários são reduzidos à miséria pois não podem trabalhar. Há primeira vista a ideia de Marx é bem formulada. É inegável que, não obstante todas as vantagens produtivas que o progresso técnico traz, ele costuma acarretar uma descida na quantidade de trabalho procurada. O que Marx não diz, é que o progresso técnico também criar novos postos de trabalhos. Ou seja, com o progresso técnico surgem novos postos de trabalho que antes não existiam. Isto cria um problema aos trabalhadores menos qualificados, que terão de se reciclar para poderem trabalhar nos novos empregos. No Total, o progresso técnico acaba por não ter grande influência ao nível da Oferta de Trabalho. Os empregos perdido, são compensados pelos novos empregos. Agora o grande problema é para os trabalhadores menos qualificados, que vêm os seus antigos trabalhos a perderem valor, e que tem de se reciclar para fazer frente às novas exigências. Tendência para a Diminuição da Taxa de Lucro Para Marx, a Taxa de Lucro era o rácio da Mais Valia - MV - sobre a soma do Capital (capital constante - C - mais capital variável - v - ). Se C/V for igualado a X. Temos que C=XV, logo a Taxa de Lucro = MV/v(1+x) = MV/v * 1/(1+x). Ora a tendência do Capitalista é a acumulação de Capital. Isto implica um aumento de X (Derivado da inovação tecnológica utiliza-se cada vez mais máquinas, logo, sobe o peso do Capital Constante). Ora aumentando X (Pois o valor de C aumentou), aplicando a fórmula acima, facilmente se vê que a taxa de lucro desce. Para Marx este movimento pode ser contrariado pela exploração da Força de Trabalho (aumentado dessa forma o V, o que implicará um aumento da Mais Valia (MV), logo um aumento da taxa de Lucro). Esta análise está fortemente condicionada pela análise do Valor que Marx faz. Para Marx apenas a Força do Trabalho cria Valor, pois o restante capital (meios de produção) apenas o transmite. Segundo esta lógica, há de facto uma tendência para a baixa taxa de lucro. que Marx não refere (e convém sempre salientar que toda a análise tem que se enquadrado no seu ambiente histórico) é que o Progresso Tecnológico reduz os custos dessa mesma Tecnologia (Ou seja o V não aumenta mas sim diminui). Também não leva em consideração na sua análises os efeitos da crescente produtividade. Ora mantendo a mesma força de trabalho, a mesma quantidade de trabalho gera mais valor, por via do crescimento da sua produtividade do trabalho (ou seja, a Mais Valia de cada Trabalhador também aumenta). Logo, não existe uma tendência para a baixa da taxa de lucro, mas sim uma tendência para a subida da taxa de lucro. O Raciocínio de Marx, caso não tomássemos em consideração os efeitos do crescimento da produtividade, está completamente certo. Contudo, o aumento da produtividade do trabalho, aumenta a Mais Valia de cada trabalhador, e o progresso tecnológico diminui os custos dos Meios de Produção. Temos pois que a tendência do Sistema Capitalista é a subida da taxa de Lucro, por via de: - Aumento da Mais Valia (por causa da subida da produtividade de cada trabalhador), e diminuição dos custos do Capital Constante (por causa do progresso tecnológico). Etapa Monopolista Visto que a tendência do Capitalista é a acumulação, há uma tendência para a baixa dos preços. Se os preços descem, existem empresas que não podem produzir (pois não conseguem gerar lucros com esse nível de preços), como não conseguem produzir, desaparecem. Com o desaparecimento das empresas não competitivas, a Indústria tende a concentrar-se nas poucas empresas que conseguem acompanhar o nível de preços, mantendo-se lucrativas. Para Marx, a Contradição reside no fato de se perder a essência do Capitalismo. Pois deixa de haver concorrência há medida que a concentração aumenta. Aqui Marx tem toda a razão. Os Progresso tecnológicos e ciêntificos, levam a que os custos de produção das empresas baixem consideravelmente. Baixando os custos de produção, as empresas podem aplicar preços de venda mais baixas. Aquelas empresas que não conseguem acompanhar o ritmo, por não terem tecnologia suficiente, e principalmente capital para acompanhas as inovações Tecnológicas, são obrigadas a cessar a sua atividade (pois o novo nível de preços, não lhes permite acompanhar as empresas mais modernas). A Tendência do Capitalismo é pois a concentração, pois nem todos conseguem acompanhar o progresso tecnológico, e a descida dos preços de produção, sendo forçadas a abdicar da actividade. Conclusão Marx encontrou pois as 4 grandes contradições do Sistema Capitalista. Em toda análise que se faça a qualquer
trabalho ou ideia, temos que enquadrar sempre na realidade atual. Veja também: Tópicos relacionados:
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