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O Sistema Financeiro Nacional
As autoridades monetárias:
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O Conselho Monetário
Nacional: o CMN acaba sendo o conselho de
política econômica do país, visto que o mesmo é responsável pela
fixação das diretrizes da política monetária, creditícia e cambial.
Atualmente, seu presidente é o próprio Ministro da Fazenda.
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O Banco Central do Brasil: o BACEN é o órgão responsável pela execução das normas
que regulam o SFN. São suas atribuições agir como: banco dos bancos,
gestor do SFN, executor da política monetária, banco emissor e
banqueiro do governo. É muito discutida a elevação do grau de
independência do BACEN. Diversas discussões apresentam pontos
positivos e negativos de tal alteração www.bc.gov.br
Autoridades de apoio:
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A Comissão de Valores
Mobiliários: a CVM é um órgão
normativo voltado ao mercado de ações e debêntures. Ela é vinculada
ao Governo Federal e seus objetivos podem sintetizados em apenas um: o
fortalecimento do mercado acionário. www.cvm.gov.br
-
O Banco do Brasil: até janeiro de 1986 o BB assemelhava-se a uma autoridade
monetária mediante ajustamentos da conta movimento do BACEN e do
Tesouro Nacional. Hoje, é um banco comercial comum, embora responsável
pela Câmara de Confederação. www.bb.com.br
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O Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social:
contando com recursos de programas e fundos de fomento, o BNDES é
responsável pela política de investimentos de LP do Governo e, a
partir do Plano Collor, também pela gestão do processo de
privatização. É a principal instituição financeira de fomento do
Brasil por impulsionar o desenvolvimento econômico, atenuar
desequilíbrios regionais, promover o crescimento das exportações,
dentre outras funções. www.bndes.gov.br
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A Caixa Econômica Federal: a CEF caracteriza-se por estar voltada ao financiamento
habitacional e ao saneamento básico. É um instrumento governamental de
financiamento social. www.cef.gov.br
Instituições financeiras:
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Os Bancos Comerciais: os BC são intermediários financeiros que transferem recursos
dos agentes superavitários para os deficitários, mecanismo esse que
acaba por criar moeda através do efeito multiplicador. Os BC's podem
descontar títulos, realizar operações de abertura de crédito simples
ou em conta corrente, realizar operações especiais de crédito rural,
de câmbio e comércio internacional, captar depósitos à vista e a
prazo fixo, obter recursos junto às instituições oficiais para
repasse aos clientes, etc.
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Os Bancos de Desenvolvimento: o já citado BNDES é o principal agente de financiamento do
governo federal. Destacam-se outros bancos regionais de desenvolvimento
como, por exemplo, o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), o Banco da
Amazônia, dentre outros.
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As Cooperativas de Crédito: Equiparando-se às instituições financeiras, as cooperativas
normalmente atuam em setores primários da economia ou são formadas
entre os funcionários das empresas. No setor primário, permitem uma
melhor comercialização dos produtos rurais e criam facilidades para o
escoamento das safras agrícolas para os consumidores. No interior das
empresas em geral, as cooperativas oferecem possibilidades de crédito
aos funcionários, os quais contribuem mensalmente para a sobrevivência
e crescimento da mesma. Todas as operações facultadas às cooperativas
são exclusivas aos cooperados.
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Os Bancos de Investimentos: os BI captam recursos através de emissão de CDB e RDB, de
capitação e repasse de recursos e de venda de cotas de fundos de
investimentos. Esses recursos são direcionados a empréstimos e
financiamentos específicos à aquisição de bens de capital pelas
empresas ou subscrição de ações e debêntures. Os BI não podem
destinar recursos a empreendimentos mobiliários e têm limites para
investimentos no setor estatal.
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Sociedade de Crédito,
Financiamento e Investimentos: as
"financeiras" captam recursos através de letras de câmbio e
sua função é financiar bens de consumo duráveis aos consumidores
finais (crediário). Tratando-se de uma atividade de alto risco, seu
passivo é limitado a 12 vezes seu capital mais reservas.
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Sociedade Corretoras: essas sociedades operam com títulos e valores mobiliários
por conta de terceiros. São instituições que dependem do BACEN para
constituírem-se e da CVM para o exercício de suas atividades. As
"corretoras" podem efetuar lançamentos de ações,
administrar carteiras e fundos de investimentos, intermediar operações
de câmbio, dentre outras funções.
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Sociedades Distribuidoras: tais instituições não têm acesso às bolsas como as
Sociedades Corretoras. Suas principais funções são a subscrição de
emissão de títulos e ações, intermediação e operações no mercado
aberto. Elas estão sujeitas a aprovação pelo BACEN.
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Sociedade de Arrendamento
Mercantil: operam com operações de
"leasing" que tratam-se de locação de bens de forma que, no
final do contrato, o locatário pode renovar o contrato, adquirir o bem
por um valor residencial ou devolver o bem locado à sociedade.
Atualmente, tem sido comum operações de leasing em que o valor
residual é pago de forma diluída ao longo do período contratual ou de
forma antecipada, no início do período. As Sociedades de Arrendamento
Mercantil captam recursos através da emissão de debêntures, com
características de longo prazo.
-
Associações de Poupança e
Empréstimo: são sociedades civis onde
os associados têm direito à participação nos resultados. A
captação de recursos ocorre através de caderneta de poupança e seu
objetivo é principalmente financiamento imobiliário.
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Sociedades de Crédito
Imobiliário: ao contrário das Caixas
Econômicas, essas sociedades são voltadas ao público de maior renda.
A captação ocorre através de Letras Imobiliárias depósitos de
poupança e repasses de CEF. Esses recursos são destinados,
principalmente, ao financiamento imobiliário diretos ou indiretos.
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Investidores Institucionais: os principais investidores institucionais são: Fundos
Mútuos de Investimentos: são condomínios abertos que aplicam
seus recursos em títulos e valores mobiliários objetivando oferecer
aos condomínios maiores retornos e menores riscos. Entidades
Fechadas de Previdência Privada: são instituições mantidas
por contribuições de um grupo de trabalhadores e da mantenedora. Por
determinação legal, parte de seus recursos devem ser destinados ao
mercado acionário. Seguradoras: são enquadradas coo
instituições financeiras segundo determinação legal. O BACEN orienta
o percentual limite a ser destinado aos mercados de renda fixar e
variável.
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Companhias Hipotecárias: dependendo de autorização do BACEN para funcionarem, tem
objetivos de financiamento imobiliário, administração de crédito
hipotecário e de fundos de investimento imobiliário, dentre outros.
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Agências de Fomento: sob supervisão do BACEN, as agências de fomento captam
recursos através dos Orçamentos públicos e de linhas de créditos de
LP de bancos de desenvolvimento, destinando-os a financiamentos privados
de capital fixo e de giro.
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Bancos Múltiplos: como o próprio nome diz, tais bancos possuem pelo menos duas
das seguintes carteiras: comercial, de investimento, de crédito
imobiliário, de aceite, de desenvolvimento e de leasing. A vantagem é
o ganho de escala que tais bancos alcançam.
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Bancos Cooperativos: são verdadeiros bancos comerciais surgidos a partir de
cooperativas de crédito. Sua principal restrição é limitar suas
operações em apenas uma UF, o que garante a permanência dos recursos
onde são gerados, impulsionando o desenvolvimento local
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