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Artigos Temáticos ::
Países Um
país refeito pelas redes econômicas globais
O sucesso da economia mexicana correspondeu à
disponibilização do seu território, com seus recursos naturais, suas
estruturas econômicas e sua população, para um replanejamento
unilateral por parte das empresas norte-americanas. Os fatores econômicos
internos foram redesenhados como múltiplas áreas de enclave.
(Luis Fernando Novoa Garzon, 2002-09-01)
Os
erros do Brasil
No Brasil, tributa-se mais o trabalho do que o capital. Comete-se o erro
de tributar a pouca renda dos mais pobres, ao passo que as grandes
fortunas, saem incólumes desse processo de tributação (..)
(Marcus Eduardo de Oliveira, 2001-11-18)
Na
Argentina os dólares fugiram de avião
Enquanto cresciam as manifestações de rua, num único dia, 350
carros-fortes viajaram até o aeroporto de Ezeiza. Levaram uma fortuna em
dólares.
(EconomiaNet, 2002-01-20)
Boas
da Malásia
Longe dos holofotes, a Malásia, nossa velha companheira de farra, em rota
de submersão, resolveu infringir as regras de boa conduta do FMI e
cometeu o que há de mais herético no mundo das finanças internacionais:
o controle de capitais (...) desobrigada de disputar a juros os aflitos
capitais internacionais, a Malásia teve o êxito de escapar da ciranda
viciada que empurra economias “emergentes” a se endividarem cada vez
mais, quanto menores forem as suas condições de saldar seus compromissos
externos. Graças ao controle de capitais, a Malásia pôde retomar o
crescimento econômico sem ter de comprometer outros fundamentos
importantes de sua economia
(Marcelo Manzano, 03-01-2002)
O
equilíbrio fiscal dos EUA no longo prazo está em risco, diz Krugman
Um passo necessário, para o economista, seria acelerar o fluxo de
gastos do governo para a economia. Krugman lembrou que uma das lições da
crise asiática, como disse então Stanley Fischer do FMI, foi que "o
keynesianismo está vivo e passa bem", pois o aumento dos gastos
governamentais ajuda a economia. E os gastos adicionais decorrentes do
ataque — US$ 45 bilhões até agora, muito mais por vir — acabarão
imprimindo um grande impulso à economia.
(*EconomiaNet, 2001-10-01)
O
Brasil vem perdendo grandes fatias de mercados externos para China e México
Dados da OMC indicam que as exportações do Brasil vêm perdendo
enormes fatias de mercado para produtos concorrentes de nações como
China e México. E há ceticismo sobre a capacidade de o país reverter a
situação em meio à desaceleração econômica global, em que todo mundo
quer exportar e não importar.
(InvestNew, 2001-09-08)
FMI
quer enviar inspetores ao Japão para monitorar bancos
O Fundo Monetário Internacional pediu permissão ao Japão para enviar
inspetores para monitorar o sistema bancário do país, em mais um sinal
das crescentes preocupações em relação à estabilidade da maior
economia da Ásia
(Reuters, 2001-09-02)
Holanda,
país preferido para fazer negócios até 2005
A Holanda é o país com mais atrativos para se fazer negócios até
o ano de 2005. O país ficou à frente dos EUA, que passou para o segundo
lugar, e da Grã-Bretanha, terceira colocada. A avaliação foi feita pelo
grupo britânico de pesquisa The Economist Intelligence Unit (EIU)
(AFP, 2001-08-28)
México
sente os efeitos da desaceleração norte-americana
México tem sido arrastado para a recessão por causa da
claudicante economia americana, prejudicando a vida de milhões de
mexicanos e as aspirações políticas do presidente Vicente Fox
(The New York Times, 2001-08-26)
África
do Sul debate lei de monitoramento
O projeto ainda diz que nenhum provedor de Internet pode "oferecer
qualquer serviço de telecomunicação que não possa ser monitorado"
e diz que o provedor é responsável por "decodificar qualquer
informação encriptada por qualquer cliente, caso o sistema de encriptação
tenha sido fornecido pela empresa".
(Wired, 2001-08-28)
A
receita dos países desenvolvidos
Os fatos comprovam. O protecionismo dos países desenvolvidos
é um dos principais obstáculos para a inserção das economias em
desenvolvimento no comércio internacional. Entretanto os ricos pregam o
livre comercio e sempre que podem acusam os pobres de protecionismo e de
oferecerem subsídios à sua produção.
(Allan Claiton de Oliveira, 2001-08-05)
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